Norma Técnica - ABNT

A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas E o Forúm Nacional de Normalização. Conforme Normas Brasileiras, Cujo Conteúdo de e Responsabilidade DOS Comitês Brasileiros (ABNT / DC) e DOS Organismos de Normalização Setorial (ABNT / ONS), São Elaboradas POR COMISSÃO DE Estudo (CE), formadas envolvidos POR Representantes DOS Setores, DELAS Fazendo parte: Produtores, Consumidores e Neutros (Universidades, Laboratórios e To Us Link).

 Os Projetos de Norma Brasileira, ELABORADOS Localidade: Não Âmbito dos ABNT / CB e ABNT / ONS circulam Parágrafo Consulta Pública Empre Associados de da ABNT e Demais interessados 

A 7823 Consiste NAS seguintes Contraditório NBR ISO, Solúcar o Título Geral "Plástico - Chapas de poli (metacrilato de metila) - TIPOS, DIMENSÕES e Características".

  • Parte 1: Chapas Fundidas (elenco)

  • Parte 2: Chapas Extrudadas Calandradas

Esta parte da NBR ISO 7823 contém o anexo A, de caráter normativo. 


OBJETIVO
1.1 Esta Parte de NBR ISO 7823 Requisitos Específica OS parágrafos fundidas Chapas, modificadas Nao, Planas De Poli (metacrilato de metila) (PMMA) Parágrafo OSU Geral. Como Coloridas chapas PODEM SER, incolores, transparentes, translúcidas opacas UO.
1,2 A Faixa de espessura das chapas Opaco ESTA Parte da NBR ISO 7823 Abrange Vai de 1,5 mm e de 25 mm.
2 - REFERÊNCIAS NORMATIVAS
Como Normas relacionadas a Seguir Contém DISPOSIÇÕES Opaco, AO Serem citadas Texto Neste, prescrições Constituinte Paragrafo ESTA Parte da NBR ISO 7823 Conforme Edições indicadas estavam los de vigor Localidade: .. Localidade: Não Momento Desta Publicação Como Toda norma ESTA sujeita a REVISÃO, recomenda-se àqueles Opaco realizam Acordos com base de de de de Nesta Opaco verifiquem a CONVENIÊNCIA de se usarem Como Edições Mais récentes das Normas citadas Seguir um. Uma ABNT possui hum DAS Informaçao Normas los de vigor los hum dado Momento.

ISO 62:1999 - Plásticos - Determinação da Absorção de Água.

ISO 75-1:1993 - Plásticos - Determinação da Temperatura de deflexão soluço Carga - Parte 1: Método Geral de teste.

ISO 75-2:1993 - Plásticos - Determinação da Temperatura de deflexão soluço Carga - Parte 2: Plásticos e ebonite.

ISO 178:1993 - Plásticos - Determinação das PROPRIEDADES de flexão.

ISO 179-1:2000 - Plásticos - Determinação das PROPRIEDADES de Impacto Charpy - Parte 1: teste de Impacto Não-instrumentado.

ISO 291:1997 - Plásticos - Atmosferas Localidade: Não Fazer Standart Para O condicionamento e testículos.

ISO 306:1994 - Plásticos - Termoplásticas materiais - Determinação da Temperatura Vicat softenig (VST)

ISO 489:1999 - Plásticos - Determinação Fazer indice de refração.

ISO 527-1:1993 - Plásticos - Determinação das PROPRIEDADES de Tração - Parte 1: Principios Gerais.

ISO 527-2:1993 - Plásticos - Determinação das PROPRIEDADES de Tração - Parte 2: CONDIÇÔES de Ensaio de Parágrafo moldagem e Extrusão de plásticos.

ISO 877:1994 - Plásticos - Métodos de Exposição Direta AO Intemperismo, AO Intemperismo usando a luz do Dia filtrada POR Vidro, e intensificou Intemperismo à Luz do dia o USO de Espelhos de Fresnel.

ISO 1183:1987 - Plásticos - Métodos Parágrafo determing hum Densidade e Densidade relativa dos plásticos Localidade: Não Celulares.

ISO 2039-2:1987 - Plásticos - Determinação da Dureza - Parte 2: Dureza Rockwell.

ISO 2818:1994 - Plásticos - PREPARACAO de samples de usinagem.

ISO 2859-1:1999 - procedures de Amostragem parágrafos Inspeção POR Atributos - Parte 1 - Os Planos de Amostragem indexados POR níveis aceitáveis ​​de Qualidade (AQL) Parágrafo Inspeção lote hum LOTE.

ISO 4582:1998 - Plásticos - Determinação das alterações na Cor e apos Variações NAS PROPRIEDADES UMA Exposição à Luz do Dia Solúcar o Vidro, Desgaste UO Naturais laboratoring Fontes de luz.

ISO 4892-1:1999 - Plásticos - Métodos de Exposição de Fontes de luz laboratoring - Parte 1: Geral Orientação.

ISO 4892-2:1994 - Plásticos - Métodos de Exposição de Fontes de luz laboratoring - Parte 2: Xenon Fontes de arco.

ISO 4892-4:1994 - Plásticos - Métodos de Exposição de Fontes de luz laboratoring - Parte 2: Lâmpadas Abrir-chama de arco de Carbono.

ISO 11359-2:1999 - Plásticos - Análise Termomecânica (TMA) - Parte 2: Determinação do coeficiente de dilatação linear Térmica e Temperatura de Transição vitrea.

ISO 13468-1:1996 - Plásticos - Determinação do Total de materiais de transmitância luminosa - Parte 1: Instrumento de Feixe Único.

ISO 13468-2:1999 - Plásticos - Determinação Fazer coeficiente de dilatação linear e Térmica Temperatura trasition Vidro.

ISO 13468-1:1996 - Plásticos - Determinação da transmitância luminious Totais de materiais transparentes - Parte 1: Instrumento de Feixe Único.

ISO 13468-2:1999 - Plásticos - Determinação da Transmissão luminosa total de de de de materiais transparentes - Parte 2: Instrumento de duplo Feixe.

ISO 14782:1999 - Plásticos - Determinação da Névoa de materiais transparentes.

 

3 DEFINIÇÕES
Para OS efeitos Desta Parte da NBR ISO 7823, Aplica-se Como seguintes definições:
3.1 Chapas de PMMA fundidas modificadas Nao: Chapas baseadas los homopolímeros Fazer MMA, copolímeros UO Opaco MMA com Monomeros acrílicos matecrílicos UO, produzidos POR polimerização los na massa . Presença de iniciadores adequados
3.2 chapas planas de PMMA:. Chapas COM Superfícies Planas Como Duas paralelas e substancialmente


4 Composição
4.1 Como quantidades de Ingredientes plastificantes (materiais inertes, OU SEJA, Nao participam da Reação química da Formação do Polímero), Parágrafo nn LigAção Monômeros e Agentes de ligações cruzadas (Materiais Que produzem ligações da empre Polímeros os) devem Estar presentes de tal Modo Opaco Localidade: Não alterem Como PROPRIEDADES Básicas, OS TAIS Como Constam na Tabela 3 Essas quantidades São EM Menores Geral do Opaco 3% los Massa .. 
4.2 Aditivos OUTROS, Taís Como Corantes absorvedores de ultravioleta e Pigmentos. 


5 Requisitos  
5.1 PROTEÇÃO SUPERFICIAL DAS CHAPAS 
Como Superfícies das chapas normalmente devem servi Protegidas POR materiais adequado, OS Tais Como o Papel Kraft UO Filme de polietileno auto-adesivado, OS cais cais cais cais Quais d'Orsay d'Orsay d'Orsay d'Orsay São fácilmente removíveis SEM causar QUALQUÉR Tipo Dano. UO de Contaminação na superficie 
5,2 aparencia  
5.2.1 Defeitos SUPERFICIAIS 
. Como chapas devem apresentar UMA superficie lisa Localidade: Não devem apresentar Riscos, Marcas OU OUTROS Defeitos superficiais Opaco excedam CADA UM 3 milímetros ² em Qualquer Ponto . da chapa 
. 5.2 2 Defeitos INCLUSOS 
Como Chapas Localidade: Não devem apresentar Bolhas, contaminações, rachaduras OU OUTROS Defeitos Que possam afetar o desempenho do material de de de Aplicação de los SUA. Estes Defeitos Localidade: Não devem Ser Maiores Fazer Opaco 3 milímetros ² CADA UM, em Qualquer Ponto da. chapa 
5.2.3 Classificacao DOS Defeitos 
A área de QUALQUÉR defeito ENCONTRADO na chapa desen Serviços classificada Conforme o Especificado na Tabela 1 Joe Cada defeito desen Ser considerado isoladamente .. 
5.2 .4.1 DISTRIBUIÇÃO DOS Defeitos 
5.2.4.1 Localidade:. Localidade: Não DEVE Haver hum Nummer Significativo Defeitos de Pequeños, OS cais cais cais cais Quais d'Orsay d'Orsay d'Orsay d'Orsay FORAM definidos Como desprezíveis na Tabela 1, Dentro de UMA área de 1m ² em Qualquer Ponto da chapa Este Critério desen Serviços avaliou los função de materiais de Aplicação da Fazer. 
5.2. 4.2 Nenhum defeito Como aceitável (ver Tabela 1) desen Estar hum Menos de 500 milímetros de Outro defeito aceitável em Qualquer Ponto da chapa. 
5.3 COR 
A distrribuição de cor desen Serviços homogénea, seguindo Padrões, e eventuais Variações devem acordadas servi Empreendedorismo interessadas Como Contraditório . 
TABELA 1 - Classificacao DOS Defeitos

 


Classificacao

Área Fazer defeito superficial

Área Fazer defeito incluso

Desprezível

Menor Opaco Opaco hum milímetro ²

Menor Opaco Opaco hum milímetro ²

Aceitável

1 milímetro ² hum 3 milímetros ²

1 milímetro ² hum 3 milímetros ²

 

5.4 DIMENSÕES  
5.4.1 COMPRIMENTO E LARGURA 
O comprimento EA LARGURA Das Chapas devem servi acordadas empreendedorismo Como interessadas parte. Pará Como Chapas esquadrejadas Como tolerâncias devem Seguir Como ESPECIFICAÇÕES da Tabela 2. 
5.4.2 ESPESSURA 
Como tolerâncias de espessura das chapas Entre 2 milímetros de 25 milímetros e ATÉ 6m ² de área devem servi calculadas Pela Equação + / -. (0,4 + 0,1 e) Onde, E UMA e espessura da chapa nominal, o Em milímetros 
Conforme tolerâncias se aplicam na MESMA chapa UO los Chapas Diferentes de hum MESMO lote. 
5.4.3 TOLERÂNCIAS PARA CHAPAS DE OUTROS Tamanhos. 
Conforme tolerâncias Paragrafo Chapas de Tamanhos e espessuras fóruns de da Faixa apresentada los 5.4.2 acordadas devem servi Empreendedorismo interessadas Como Contraditório. 
5.4.4 CONDIÇÔES de Medição 
Medições Das DIMENSÕES Das Chapas realizadas devem SERVICOS UMA Temperatura Ambiente e, EM Caso de discordância, feitas medições de Como. devem servi los CONDIÇÔES Padrão, conforme à norma ISO 291 Medições realizadas Pará UMA Temperatura Ambiente, DEVE-SE LeVar los Conta Como Mudanças dimensionais devido Como Variações de Temperatura e umidade relativa do ar de Diferentes Localidades. 
TABELA 2 - Tolerancia NO COMPRIMENTO E LARGURA DE CHAPAS ESQUADREJADAS

 


Comprimento UO LARGURA mm

Tolerancia mm

Ate 1000

3
0

De 1001 a 2000

6
0

De 2001 a 3000

9
0

Acima de 3001

+ 0,3%
0

 

5.5 PROPRIEDADES Basicas E OUTRAS PROPRIEDADES  
5.5.1 PROPRIEDADES Basicas 
Como PROPRIEDADES Mecânicas, Térmicas e Ópticas das chapas transparentes e incolores devem obedecer AO Especificado na Tabela 3. 
5.5.2  OUTRAS PROPRIEDADES 
Otras PROPRIEDADES de Transparência e Núcleos Das Chapas devem acordadas servi empreendedorismo Como Contraditório interessadas. Exemplos de Métodos de testículos Parágrafo CADA Propriedade São apresentados na Tabela 4. 
TABELA 3 - PROPRIEDADES DAS CHAPAS DE Basicas FUNDIDAS PMMA

 


PROPRIEDADE

UNIDADE

MÉTODO

VALORES

SUBSEÇÃO

Resistência à Tração

MPa

ISO 527 - 2/1B/5

min. 70

6.5.2

Deformação na Tração

%

ISO 527 - 2/1B/5

min. Quatro

6.5.2

Módulo de elasticidade na Tração

MPa

ISO 527 - 2/1B/5

min. de 3000

6.5.2

Resistência AO Impacto Charpy (SEM entalhe)

KJ / m²

ISO 179/1fU

min. 13

6.5.3

Temperatura de amolecimento Vicat

º C

ISO 306 Método B50

min. 105

6.6.1

Variação dimensional los Temperatura Elevada (Contração)

%

Anexo A

máx. 2,5

6.6.3

Transmitância Luminosa ¹ Totais de

%

ISO 13468-1

min. 90

6.8.1

Transmissão de luz ¹ 420 nm (espessura de 1 mm), 
- Antes da Exposição à Lâmpada de xenônio (ISO 4892-2) 
- Apos UMA Exposição à Lâmpada de xenônio POR 1000 h (ISO 4892-2)

% %
 

Anexo A Anexo A
 

min. 90 Mini. 88
 

6.8.3 6.8.3
 

Materiais ¹) O transparente de Pará, incolor.

 

Tipicos VALORES - TABELA 4 - OUTRAS PROPRIEDADES DAS CHAPAS DE FUNDIDAS PMMA

 


PROPRIEDADE

UNIDADE

MÉTODO

VALORES

SUBSEÇÃO

Res. à flexão

MPa

ISO 178

110

6.5.1

Dureza Rockwell

Escala M

ISO 2039-2

100

6.5.4

Coeficiente de Expansão linear

K - ¹

ISO 11359-2

 

6.6.4

Temperatura de deflexão soluço Carga

º C

ISO 75-2 / D

98

6.6.2

Turbidez

%

ISO 14782

1

6.8.2

indice de refração, nd ² ³

 

ISO 489, Método A

1,49

6.8.4

Densidade ¹

g / cm ³

ISO 1183, Método A, C OU D

1,19

6.9.1

Absorção de Água

%

ISO 62, Metod 1 (24h, 23 º C)

0,5 ²

6.9.2

¹ Chapas Coloridas PODEM apresentar hum valor Maior.
² Este valor REFERÊ-se hum Zumbido Corpo de prova Quadrado de Lado 50 milímetros e espessura de 3 milímetros.

 

6 MÉTODOS DE ENSAIO  
6.1 GERAL  
6.1.1 Amostragem 
O Procedimento de Amostragem DEVE Ser Acordado empreendedorismo interessadas Como Contraditório. Ó Procedimento apresentado na ISO 2859-1 E Aceito e USADO freqüentemente, ALÉM de Ser recomendado. 
6.1.2 condicionamento E ATMOSFERA DE ENSAIO 
O condicionamento DOS Corpos de prova (POR 48h) E os Ensaios devem realizados SERVICOS conforme à ISO 291 à Temperatura de (23 + / - 2) º C e umidade relativa de (50 + / - 5)%, EXCETO OS Pará Ensaios de Temperatura de amolecimento Vicat, Temperatura de deflexão soluço Carga ea Mudanca dimensional à Temperatura Elevada (Contração) (ver 6.6.1, 6.6.2 e 6.6.3). 
6.1.3 PREPARACAO DOS CORPOS DE PROVA 
Corpos Os de prova devem servi Preparados Conforme OS procedimentos estabelecidos na ISO 2818, de Semper Opaco APLICÁVEL. 
QUANDO Parágrafo necessario usinar UMA chapa parágrafos reduzi-la Como DIMENSÕES requeridas Parágrafo hum Determinado Ensaio, DEVE-SE Semper deixar Das UMA supefícies na SUA forma Originais. 
6.1.4 ESPESSURA DO CORPO DE PROVA 
QUANDO UMA UMA chapa Fígado espessura Menor Fazer Opaco hum hum Parágrafo requerida Ensaio los particular, DEVE-SE utilizar hum Corpo de. Desta prova Própria chapas 
6,2 aparencia 
Defeitos e SUA Distribuição Serviços devem avaliados, examinando hum Pela luz chapa iluminada do Dia OU POR UMA Lâmpada fluorescente Fazer tipo "Luz do dia", com UMA Temperatura de cor de 6.500 K + / - 650 K, com POTÊNCIA Localidade:. Localidade: Não inferior a 40W 
6.3 COR 
. Diferenças de núcleos de empreendedorismo OS Padrões e Corpos Os de Prova de Ensaio devem sor determinadas atraves de métodos adequados acordados Empreendedorismo Como Contraditório interessadas 
6.4 DIMENSÕES 
6.4.1 O comprimento ea LARGURA das chapas Serviços devem medidos utilizando-se UMA Régua Calibrada, com PRECISAO de 1 milímetro Conforme 5.4.4. 
6.4.2 hum DAS espessura chapas Desen Serviços Medida utilizando-se hum micrómetro calibrado, com PRECISAO de 0,05 mm, OU UMA sonda ultra-Sonica, Conforme 5.4.4 ¹. Como Medidas devem sor feitas UMA Localidade:. Localidade: Não UMA DISTANCIA inferior de 100 milímetros das bordas da chapa 
6.5 PROPRIEDADES MECANICAS 
6.5.1 Como PROPRIEDADES de Resistência à flexão devem sor determinadas de acordo com a ISO 178, utilizando de Semper Que da de da Possível hum Corpo de Prova COM espessura de 4 milímetros. Hum Originais de superficie E hum Ser solicitada Opaco Desen um Tensão QUANDO O Corpo de Prova usinado especificadas Parágrafo Segundo Como DIMENSÕES. 
6.5.2 Como PROPRIEDADES de Resistência à Tração devem sor determinadas Conforme ISO 527-1 e ISO 527-2, utilizando Corpos Tipo. de prova 1B Uma VELOCIDADE Parágrafo o Ensaio de Tração e Tração à Ruptura desen Serviços de 5 mm / min + / - 1mm/min ea VELOCIDADE par o Módulo de elasticidade na Tração desen Serviços de 1mm/min + / -. 0,2 mm / min 
6,6 PROPRIEDADES Térmicas 
. 6.6.1 A Temperatura de amolecimento Vicat desen Serviços determinada conforme à norma ISO 306, Método B, utilizando hum Originais fundida de superficie O gradiente de Serviços Temperatura desen de 50 º C / h + / -. 5 º C / h Antes Fazer Ensaio, Corpos Os de prova devem condicionados SERVICOS POR UMA UMA 16h Temperatura de (80 + / -2) º C e resfriadas los dessecador n 'UMA SALA A Temperatura Ambiente. 
6.6.2 A Temperatura de defexão soluço Carga desen Serviços determinada conforme à ISO 75-1 e 75-2 ISO Método A. Antes Fazer Ensaio, Corpos de Prova Os Serviços devem condicionados POR UMA 16h Temperatura de (80 + / -. 2) º C e resfriadas los dessecador n 'UMA SALA A Temperatura Ambiente Este Ensaio Localidade: Não E APLICÁVEL Parágrafo chapas com espessura inferior a 3 mm. 
6.6.3 A Mudanca UMA UMA Elevada temperatura (Contração) desen Serviços dimensionais determinada de acordo com o Método descrito nenhum Anexo A. 
6.6. 4 O coeficiente de Expansão desen linear Ser Determinado Conforme a ISO 11359-2. 
¹ Pará hum Medição, DEVE-se excluir O Filme Protetor SEM UMA prejuidcar superficie. 
6,7 FLAMABILIDADE 
Como PROPRIEDADES de Queima e flamabilidade devem Estar de acordo com as Normas reguladoras de Como Como Fazer País. 
6,8 PROPRIEDADES Óticas 
6.8.1 A Transmissão de luz desen Serviços determinada com UMA Fonte de luz D65 Conforme a ISO 13468-1, Em Corpos de prova com espessura de 1, 5 milímetros a 5 mm. 
6.8.2 A turbidez Desen Serviços determinada conforme à ISO 14872, EM Corpos de prova com espesssura de 1,5 mm a 5 milímetros. 
6.8.3 A Transmissão de luz a 420nm, Antes E Depois de SUA Exposição 1000h à Lâmpada de xenônio, Conforme Fazer Opaco ISO 4892-1 e ISO 4892-2, DEVE Ser determinada com hum Sistema espectrofotométrico conforme à ISO 13468-2, utilizando-se hum Corpo de prova com espessura de 1,5 mm a 5,00 mm. Alternativamente, desde que Acordada Empreendedorismo Como interessadas Contraditório, UMA transmitância de luz PODE Ser determinada utilizando-se Lâmpada de arco de Carbono Conforme a ISO 4892-4.
6.8.4 O indice de refração desen Ser Determinado conforme à norma ISO 489, a Método A.
6,9 OUTRAS PROPRIEDADES
6.9 .1 Um Conforme Densidade desen Ser determinada a ISO 1183, a Método A, C UO D.
6.9.2 A Absorção de Água desen Serviços determinada conforme à ISO 62, Método 1 (24h a 23 º C).
6.9.3 O Comportamento Fazer soluço de materiais de Intemperismo Naturais desen Conforme Fazer Ser Determinado a 877 ea ISO Resistencia UMA Exposição UMA luz artificialmente desen obedecer Como ISO 4892-1 e ISO 4892-2. alterações de Cor e PROPRIEDADES apos UMA Exposição devem sor determinadas Pela ISO 4582 . Os detalhes acordados Deusas Ensaios devem SERVICOS Empreendedorismo interessadas Como Contraditório.
 

7 REPETIÇÃO DOS ENSAIOS E REJEIÇÃO
Se QUALQUÉR ocorrer falha, ó materiais de Serviços PoDE ensaiado Novamente, a partir da Acordado Que Empreendedorismo interessadas Como Contraditório.
ANEXO A (Normativo)
Determinação de variação dimensional da EM EXPOSIÇÃO UMA Temperatura Elevada
A.1 Cortar Três Corpos de Prova. quadrados de Lado 100 milímetros + / - 2 milímetros Localidade: Não SENTIDO da LARGURA da chapa em Análise, igualmente espaçados Entre si
SECAR OS Corpos de prova los dessecador hum, POR 48h, hum hum UMA Temperatura de (70 + / - 2) º C, resfriando-os SEGUIDA los à Temperatura Ambiente de 18 º C a 28 º C; los Caso de discordância a (23 + / - 2) º C. 
. marcar Os Quatro Lados medindo-os com PRECISAO de 0,02 mm 
A 0,2 Posicionar Corpos Os de prova horizontalmente los UMA placa plana los UMA Prateleira de forno a (160 + / - 2) º C. . amostras hum aderência Pará impedir DAS, cobrir a placa de Suporte com UMA fina Camada de talco O ritmo de AQUECIMENTO Depende da espessura da chapa e desen Seguir o mostrado abaixo:

 


Espessura (mm)

Tempo (min)

1,5 a 5

60

> 5

75

 

A.3 Resfriar, EM UM dessecador, Corpos Os de prova à Temperatura Ambiente (de 18 º C a 28 º C; los Caso de discordância a (23 + / - 2) º C), e Medir Novamente Os Quatro Lados com PRECISAO de 0,02 mm. 
A.4 Calcular a variação da Medida da CADA Lado, de Cada Corpo de prova, Como Fazer UMA porcentagem valor inicial. Calcular a variação percentual MÉDIA Parágrafo Os Quatro Lados de Cada Corpo de prova EO valor Fazer Fazer fazer do Médio Pará o Conjunto dos Três Corpos de prova.

 

 

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